Das ist der Tag des Herrn!
Ich bin allein auf weiter Flur;
Noch eine Morgenglocke nur,
Nun Stille nah und fern.
Libertar-se do estilo requer paciência, assepsia, tenacidade, quietude e solidão.
"It is beautiful; it is beautiful after all; I have said nothing; I leave nothing. I have not said what I wanted to say. I have so much more to say." Maurice Ravel
Das ist der Tag des Herrn!
Ich bin allein auf weiter Flur;
Noch eine Morgenglocke nur,
Nun Stille nah und fern.
Libertar-se do estilo requer paciência, assepsia, tenacidade, quietude e solidão.
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a pergunta parece óbvia: “o que fazer com essa angústia?”. para a qual a resposta é não menos contundente que reveladora: “não se faz nada com ou da angústia, porque ela é justamente quando se encontra o nada. a angústia não é uma coisa; não se pode transmutá-la, entificando-a, tornando-a produtiva. a angústia é inútil, na melhor acepção pensável do termo inutilidade.”. a esse respeito, cabe ainda dizer que o não da angústia não é senão o vácuo, e uma tentativa de transformá-lo em um sim qualquer o torna surdo.
Postado por cazarim de beauvoir às 14:35:00 0 comentários Links para esta postagem
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“[O ser-aí] é saindo de si. Ele nunca é qua ser-aí de outro modo […]; o próprio ser aí é esse sair em direção a…, esse sair em direção a… perfaz a sua essência. O ser-aí não precisa abandonar ‘a si mesmo’ porque como movimento para fora ele é ele mesmo.” Heidegger, Introdução à filosofia, p. 146
1. do ponto de vista ontológico: a recuperação do meu lá-fora é a recuperação dupla de mim enquanto mim e do mundo enquanto meu. ou tripla: é recuperar o mundo como consituindo o meu mim.
2. do ponto de vista ôntico-ontológico: a recuperação do meu lá-fora pode me indicar como posso ser e já sou, a cada vez, acessável e acessível a mim mesmo, no mundo, sem me perder no universo das ocupações.
3. do ponto de vista puramente ôntico: cumprir minhas obrigações não elimina, mas particulariza, minha essência. o que, por isso mesmo, não me torna um evento entre outros eventos, e que, em cada um deles, me faz ser eu e me exige ser mais do que o que sou atualmente em um determinado instante. ser é um horizonte de ser, e não um ente.
Postado por cazarim de beauvoir às 14:27:00 0 comentários Links para esta postagem
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há tempos que não falo mal do sal amargo, digo, saramago, nem do blerghs, digo, borges.
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o que é espesso e fel, nestes dias em que a chuva não traz glória ao (meu) cerrado, é que as palavras não faltam – e isso não resolve nada.
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